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O Novo Coronelismo e a mídia incapaz como capataz

Protesto em frente a Prefeitura de Canguçu gerou acusações 

Mais uma vez Canguçu vê em ação a mídia extremista a serviço do Novo Coronelismo. 

Os Novos coronéis e seus Capatazes  eletrônicos continuam tendo no controle do voto a sua “moeda de troca” cargos, tetas entre muitos outros benefícios.

Os novos coronéis, na sua maioria, são políticos locais – vereadores, prefeitos que utilizam da máquina pública para ter sob seu comando os veículos de comunicação que trabalham visando apenas o lucro muito distante da veracidade dos fatos.

Os Capatazes são serviçais dispostos às batalhas, extremistas capazes e criativos, agressivos, sempre muito perto da violência, ameaçam com chibatadas aqueles que pensam em contrapor seus argumentos. A fome, doenças, falta de educação são sempre atrelados aos seus adversários de batalha e pouco se constrangem aos exemplos de um povo marcado a ferro e fogo pelas dificuldades da pobreza enquanto outros se tornam bilionários do comércio de carne da noite para o dia.

O Brasil vive um momento em que o modelo de democracia representativa vigente só é pior do que a monarquia, a ditadura, o coronelismo e o feudalismo, sendo que comporta por debaixo dos panos todos esses sistemas de maneira institucionalizada, pois é preciso se corromper para chegar ao poder. 

 A Voz dos Representados

Quando a voz dos representados e que votaram no seu representante é pouco ouvida, normal é que o protesto aconteça, ainda mais quando o representante prioriza seus correligionários e os seus financiadores de campanha não existe outra saída.

O Novo Coronelismo  rotula essa prática democrática de atentado a Liberdade, fruto das grandes mídias, movimento da oposição e desconsidera totalmente a história de sofrimento e as dificuldades dos trabalhadores que tentam através do seu suor manter suas famílias e garantir seus direitos básicos.

O Fuzilamento Extremista

Os Novos Capatazes utilizam com frequência as suas redes sociais para açoitar seus adversários de forma generalizada, ao colocar uma foto e dizer que o grupo praticava atos racistas ele faz entender que todos ali são adeptos desta prática, até mesmo as crianças que nela aparecem. Um fuzilamento extremista generalizado que é prática criminosa igualmente degradante e imensurável.

As denuncias devem sempre vir acompanhadas de provas, e a investigação dos fatos uma prática primordial para se mantar a democracia verdadeira, a forma contrária nos remete ao período da ditadura que o Brasil vivenciou durante alguns anos.

O modelo Brasileiro

Canguçu observou durante dois anos a vinda de diversos políticos de renome regional, estadual e até mesmo nacional, todos professores que estiveram em nosso município para colaborar com a administração municipal. A ideia era implementar o mesmo padrão das administrações trabalhistas espalhadas pelo Brasil, deu certo? Talvez não mas podemos observar que a mesma forma de defesa extremista utilizada em Brasília é feita aqui, companheiro é companheiro e adversário é filho da Globo.

Os erros e os acertos

Toda a administração certamente vai ter seus erros e acertos, o que deveria nortear sua permanência no poder deveria ser a comparação do número de acertos com o número de erros, as ações tem que ter um foco mais amplo possível, dar ao cidadão o retorno dos impostos pagos e se isso acontece temos uma boa administração. 

Movimento contra a Enturmação


Reprodução Facebook do perfil que fez acusações de racismo e publicou foto de manifestantes

Recebemos recentemente um pedido de socorro para que a imagem da comunidade Canguçuense contrária a reforma estrutural proposta pela Secretaria Municipal de Educação seja respeitada. 

Depois de um protesto em  frente a Prefeitura Municipal o grupo de pais , alunos e políticos Canguçuenses foi colocado em uma jaula e fuzilado por um (Dito) jornalista extremista a serviço da Prefeitura Municipal entre outros veículos de comunicação.

Segundo os participantes do ato nenhuma palavra racista foi mencionada,  todos ali estavam revoltados com a forma ditatorial que o poder Executivo tenta colocar goela abaixo uma reforma na estrutura das escolas.

Ali se encontravam pessoas de todas as idades, algumas com filiação partidária outras não, vários partidos diga-se de passagem.

Os manifestantes dizem que esperam das autoridades uma investigação sobre a atitude do conhecido repórter, que haja uma retratação tendo em vista o potencial que a internet alcança e que se for comprovado algum ato Racista que seja exposto para que a justiça seja para todos, só queremos ter nossa opinião respeitada e podermos continuar a luta por uma futuro melhor para nossos filhos.

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Item Reviewed: O Novo Coronelismo e a mídia incapaz como capataz Rating: 5 Reviewed By: Ricardo Moura