| Plenário vazio na Câmara de Canguçu - Foto: Ricardo Moura/Em Questão |
A sessão da Câmara Municipal de Vereadores de Canguçu nesta
última segunda-feira (04) entra para a história, na pauta o reajuste dos
servidores dos poderes Legislativo e Executivo, momento que sempre levou um
grande numero de funcionários ao plenário da Câmara, algo que não aconteceu
neste dia (04).
Ano passado as reivindicações do SIMCA eram por índices em
torno de 15%, com uma defasagem de mais de 120% a luta e a pressão contra o governo
Cássio Motta era justificada por todo o prejuízo
do funcionalismo municipal, Breno Schmalfuss tinha como base
de seu argumento que a arrecadação municipal crescia e somente os trabalhadores
eram achatados e acumulavam perdas em vários anos.
Na sessão da câmara o reajuste oferecido pelo
poder executivo foi de 9% e diferentemente de outros anos não se viu nenhum
tipo de pressão ou negociação para um índice melhor, a estagnação por parte do
sindicado dos municiparios causou estranheza por parte dos vereadores , Wendel
Vilela (PTB) que se manifestou afirmando a falta de competência por parte do
presidente da entidade, já o vereador César Madri ressaltou que iria votar a
favor do aumento mas que era muito estranho o posicionamento do representante
dos servidores, que bom que agora as atitudes são mais calmas.
Outro dos vereadores que manifestou sua estranheza
e indignação foi Cledemir Gonçalves
(Fininho) do PSDB, o também servidor público municipal disse que não lembra de
ser convidado a participar de nenhuma Assembleia que deliberasse sobre a
aceitação do índice proposto pelo governo municipal, Fininho disse que
aprovaria o aumento, mas que era contra o índice proposto e aceito pelo SIMCA,
o que se esperava no mínimo era a briga por um percentual maior afirmou
Fininho.
Na mesma sessão da câmara foi aprovado o
reajuste de 9% para os funcionários do Poder Legislativo Municipal e que
segundo o Vereador Presidente do Legislativo Vinicius Pegoraro (PMDB) não
recebeu a visita de Breno Schmalfuss para discutir o aumento dos funcionários
do Legislativo e seguiu o percentual aplicado
na Prefeitura.

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